quarta-feira, 22 de setembro de 2010

23 de Setembro: Dia do sorverte!

Desde 2002 o dia 23 de setembro não é mais somente o início da primavera: é o Dia do Sorvete. Essa celebração, instituída pela ABIS – Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete – é comemorada justamente para marcar o início das temperaturas mais quentes do ano no país, época em que normalmente se acentua o consumo de sorvetes no Brasil, país que, embora seja tropical, ainda mantém a tradição de consumo de sorvete somente no verão, ao contrário dos países nórdicos, por exemplo. Enquanto eles consomem aproximadamente 20 litros por pessoa/ano, nós consumimos míseros 3,5 litros.
Do ponto de vista nutricional, o sorvete é um alimento completo, pois contém proteínas, açúcares, gordura vegetal e/ou animal, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K, cálcio, fósforo e outros minerais essenciais numa nutrição balanceada. É um complemento alimentar de alto valor nutritivo, sem ser excessivamente calórico. Comparativamente, vale dizer que 100g de sorvete de creme têm 208 calorias, enquanto a mesma quantidade de pão francês tem 269 e de ovo frito, 216. É claro que estes dados podem variar, dependendo da composição de cada sorvete, mas é certo que aqueles que têm como base o leite são uma fonte considerável de cálcio, mineral essencial para a saúde de dentes e ossos. Sem contar que são um alimento sempre bem aceito. Qual é a criança que recusa um sorvete?
Como surgiu o sorvete
O prazer de se refrescar com um sorvete é conhecido pelo homem há mais tempo do que se imagina. Consta em alguns livros de história que Nero, no ano 60 D.C., já saboreava essa sobremesa em seus banquetes. Naquele tempo a mistura era preparada no momento de servir com sucos de frutas, mel e neve dos Alpes. Os chineses foram, entretanto, os grandes admiradores de sorvete na Antigüidade. Há três mil anos, antes da invenção das máquinas de fazer frio, utilizando a neve, os antigos também preparavam suas especialidades.
Alguns historiadores atribuem a Marco Polo a introdução do sorvete na Europa, no Século XIII, onde se incorporou o leite nas receitas. Mas foi nos Estados Unidos que o produto se popularizou: a primeira sorveteria foi instalada em Baltimore, em 1851, tornando-se um sucesso e provocando uma expansão rápida do comércio do segmento, dando assim início à produção industrial do alimento. No Brasil também chegou no século passado e consta que era uma das sobremesas preferidas de D.Pedro II.
Com o aprimoramento das máquinas de fazer frio e o posterior avanço tecnológico, o sorvete passou a incorporar novos ingredientes e técnicas de preparo mais sofisticadas que trouxeram a cremosidade ao produto. Elementos como leite, açúcar, glicose, emulsificante, gordura vegetal, aromas, corantes e frutas naturais tornaram o sorvete um alimento com grande valor nutritivo.
Vai um sorvetinho aí?
Agora que você já ficou conhecendo uma série de curiosidades a respeito do sorvete, que tal preparar o seu próprio? Nosso Mestre Cuca sugere algumas receitinhas que vão da mais fácil, porém deliciosa e linda à mais sofisticada. Com certeza você, sua família e seus amigos vão adorar. 

Sorvete de café
Receita fornecida por Marilena Milhomem.
Ingredientes
1 pote de sorvete de creme de 2l 150g pé de moleque triturado grosseiramente 1 colh sobremesa de café solúvel

Modo de fazer
Tire o sorvete do freezer e deixe amolecer ligeiramente (muito levemente), apenas o suficiente para poder misturar. Em um potinho, coloque uma colher de sopa de sorvete e o café solúvel. Misture e leve ao microondas para derreter. Misture até o café ficar bem derretido
Em uma bacia grande coloque o sorvete, o café dissolvido e o pé de moleque. Misture rapidamente com uma colher de pau, coloque em uma fôrma com furo no meio e leve ao congelador novamente, até endurecer. Desenforme. antes de servir.
Grau de dificuldade: muito fácil
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Kulfi (sorvete indiano)

Receita extraída do livro
Sorvetes e Sobremesas Geladas, de Avelino Silva, lançado pela Ed. Melhoramentos.
Ingredientes
4 xíc chá leite 1 ou duas bagas de cardamomo quebradas (ou duas colheres chá água rosas) 1 xíc chá açúcar 1 colh sopa maisena 2 colh sopa leite condensado (opcional) 2 colh sopa água (ou leite) 1 colh chá emulsificante 2 colh sopa pistache picado 2 colh sopa amêndoa picada
Modo de fazer
Coloque o leite numa panela pequena, leve ao fogo e deixe ferver até reduzir à metade. (Se usar cardamomo, coloque-o para ferver junto com o leite. Retire antes de acrescentar o açúcar). Junte o açúcar e mexa até dissolver. Numa tigelinha, misture a maisena e o leite condensado (se for usá-lo), com água ou leite frio suficiente para fazer uma pasta fina. Junte um pouco do leite quente, mexa bem e despeje na panela. Cozinhe em fogo baixo, mexendo até que o creme engrosse um pouco. Retire do fogo e deixe esfriar. Adicione o emulsificante, o pistache, a amêndoa e a água de rosas (se for usar) e misture. Despeje o creme preparado em uma tigela de aço inox, tampe ou cubra com papel alúminio e leve ao freezer até ficar firme (3 a 6 horas). Bata 2 ou 3 vezes durante o congelamento com um batedor manual. Antes de servir, deixe na geladeira por alguns minutos para amaciar.
Sugestão: para servir, decore com frutas secas (nozes, amêndoas, castanhas ou avelãs picadas). Rendimento: 6 porções.
Sorvete de champanhe
Receita extraída do livro Sorvetes e Sobremesas Geladas, de Avelino Silva, lançado pela Ed. Melhoramentos.
Ingredientes
1 ½ xíc de água 1 xíc chá açúcar 1 colh chá emulsificante 1 colh sopa de goma CMC dissolvida em 3 colh sopa água fria 1 garrafa champanhe branco ou rosé (ou vinho espumante seco) 2 claras batidas em neve
Modo de fazer
Coloque numa panela a água e o açúcar, leve ao fogo baixo e deixe ferver por 40 minutos. Acrescente à calda de açúcar o emulsificante e a goma dissolvida, misture bem e deixe esfriar. Adicione o champanhe e as claras e bata na batedeira por 15 minutos. Coloque numa tigela de aço inox, tampe e leve ao freezer para endurecer (3 a 6h). Quando estiver começando a congela, retire do freezer e bata novamente. Repita a operação mais duas vezes para o sorvete ficar bem cremoso.
Sugestão: para servir decore com folhas de hortelã. Rendimento: 6 a 8 porções.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Dia Internacional de Proteção à Camada de Ozônio

16 de Setembro

Em 16 de setembro de 1987, 46 países assinaram um documento chamado "Protocolo de Montreal" no qual se comprometiam a parar de fabricar o gás Clorofluorcarbono (CFC), apontado como o maior responsável pela destruição da camada de ozônio na estratosfera.
Para comemorar o feito, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou a data como Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.

Mesmo com a queda do consumo de CFC em 76% no mundo todo, observada entre os anos de 1988 e 1995, o gás é comercializado no mercado negro, movimentando entre 20 e 30 mil toneladas por ano.

O começo de tudo :


O gás clorofluorcarbono (CFC), conhecido desde 1928, é tido como o principal vilão do aumento gradativo do buraco na camada de ozônio.
Ao ser liberado em excesso, ele "fura" o escudo protetor - que é a camada - e deixa os raios ultravioleta do sol alcançarem a superfície da terra. Uma única molécula de CFC pode destruir até cem mil moléculas de ozônio.
Amplamente utilizado na indústria, esse gás é encontrado, principalmente, nos aparelhos de ar condicionado, chips de computadores, embalagens plásticas, espumas plásticas, inseticidas, geladeiras e líquidos em forma de sprays.
As primeiras pesquisas sobre o impacto do CFC na camada de ozônio foram feitas por dois químicos, ganhadores do prêmio Nobel de Química de 1995, Frank Rowland e Mario Molina.
Desde 1974, eles observavam a ação do gás na estratosfera, confirmando que o mesmo reduzia progressivamente a espessura da camada. Em 1984, observaram ainda um desgaste considerável em determinada região da Antártida.


Ozônio x CFC


Antes de ficarmos assustados com as notícias sobre a diminuição da camada de ozônio, vamos entender um pouco sobre ele: o ozônio.
Gás azul pálido (altamente oxidante e reativo), o ozônio é formado por três átomos de oxigênio concentrado: o O3. Sua característica principal é a de se quebrar facilmente, transformando-se em O2. Ou seja, ao quebrar-se, torna-se oxigênio comum e perde a propriedade de deter a radiação solar nociva ao homem. Um dos responsáveis por essa "quebra", como já foi dito, é o Clorofluorcarbono (CFC).
Invisível como o ar que respiramos e com odor característico, o ozônio é leve e se formou na estratosfera (a 20 e 35 Km de altitude) há cerca de 400 milhões de anos.
Sua camada não é só ameaçada pelo uso do CFC. O brometo de metila, por exemplo, é outro componente perigoso. Usado como inseticida nas plantações de morango e tomate, também age na camada, provocando o que se tornou comum chamarmos de "efeito estufa".


O que é efeito estufa?


A expressão "efeito estufa" vem sendo usada equivocadamente para falar apenas da destruição da camada de ozônio que envolve o planeta. Mas, na verdade, a camada de ozônio já é o efeito estufa, só que no sentido positivo.
Do mesmo jeito que o vidro de uma estufa mantém as flores e as plantas numa temperatura amena, certos gases da atmosfera tendem a captar o calor do sol, como se fossem o telhado de vidro de uma estufa. Esse efeito natural ajuda a manter a terra numa temperatura fresca, agradável.
O problema é que certas atividades humanas produzem alguns "gases de efeito estufa" negativos: o dióxido de carbono, por exemplo, que sai dos canos de descarga dos carros.


O que podemos fazer? (Dicas)


Podemos fazer a nossa parte no que diz respeito à proteção da camada de ozônio e também à nossa própria proteção.
Uma contribuição importante (quando possível, claro) é a troca dos eletrodomésticos antigos pelo mais modernos, que já possuem meios de economizar energia, emitindo, assim, menos gases para a estratosfera, onde se encontra a camada de ozônio.
Nos produtos brasileiros, quando se lê a palavra clean gravada neles, significa que não contêm clorofluorcarbono (CFC).
Também ao usar a lavadora de roupas, com dispositivo para água quente, fria ou morna, podemos dar preferência à temperatura de água menos quente ou mesmo fria. Podemos ainda evitar as temperaturas máximas dos aparelhos de ar refrigerado ou dos aquecedores, fechando bem as janelas ao utilizá-los.
Caminhar, andar de bicicleta, utilizar transporte de massa, reutilizar, reciclar, plantar árvores para ter mais sombra, pintar as casas de cores claras nos países quentes e de cores escuras nos países frios são atitudes simples que qualquer pessoa pode ter e que, em larga escala, economizam energia e, conseqüentemente, evitam as emissões de todos os tipos de gases na atmosfera.
Usar protetor solar (fator 15), sempre que estiver exposto ao sol, é outra grande dica. Não só quando for à praia, mas em qualquer situação de exposição à luz solar. Bom lembrar que o uso de óculos escuros é fundamental e que os melhores horários de praia são: até às dez da manhã e depois das quatro da tarde.


Fonte: www.ibge.gov.br

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Livro, Longe dos olhos




Oto é negro; Silva, branca. Ele conta para a garota a história de Raimundo, 
protagonista do livro O mulato. Educado como branco, Raimundo apaixona-se
 por Ana Rosa, sua prima, que é branca, sofrendo assim o preconceito. 
Embora milite em favor da causa negra, Oto se finge de branco  
para Silvia, com medo de que ela o rejeite.  

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

                      


O que é Bullying?


   O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
   Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o quadro, a seguir, relaciona algumas ações que podem estar presentes:
Colocar apelidos


Ofender


Zoar


Gozar


Encarnar


Sacanear


Humilhar






Fazer sofrer


Discriminar


Excluir


Isolar


Ignorar


Intimidar


Perseguir


Assediar


Aterrorizar


Amedrontar


Tiranizar


Dominar






Agredir


Bater


Chutar


Empurrar


Ferir


Roubar


Quebrar pertences
E onde o Bullying ocorre?

   O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de BULLYING entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo.
De que maneira os alunos se envolvem com o Bullying?

   Seja qual for a atuação de cada aluno, algumas características podem ser destacadas, como relacionadas aos papeis que venham a representar:
- alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING;
- alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING;
- autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING;
- testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.
    Os autores são, comumente, indivíduos que têm pouca empatia. Freqüentemente, pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afetivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. Admite-se que os que praticam o BULLYING têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e/ou violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delinqüentes ou criminosas.
    Os alvos são pessoas ou grupos que são prejudicados ou que sofrem as conseqüências dos comportamentos de outros e que não dispõem de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar os atos danosos contra si. São, geralmente, pouco sociáveis. Um forte sentimento de insegurança os impede de solicitar ajuda. São pessoas sem esperança quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo. A baixa auto-estima é agravada por intervenções críticas ou pela indiferença dos adultos sobre seu sofrimento. Alguns crêem ser merecedores do que lhes é imposto. Têm poucos amigos, são passivos, quietos e não reagem efetivamente aos atos de agressividade sofridos. Muitos passam a ter baixo desempenho escolar, resistem ou recusam-se a ir para a escola, chegando a simular doenças. Trocam de colégio com freqüência, ou abandonam os estudos. Há jovens que estrema depressão acabam tentando ou cometendo o suicídio.
   As testemunhas, representadas pela grande maioria dos alunos, convivem com a violência e se calam em razão do temor de se tornarem as "próximas vítimas". Apesar de não sofrerem as agressões diretamente, muitas delas podem se sentir incomodadas com o que vêem e inseguras sobre o que fazer. Algumas reagem negativamente diante da violação de seu direito a aprender em um ambiente seguro, solidário e sem temores. Tudo isso pode influenciar negativamente sobre sua capacidade de progredir acadêmica e socialmente.

E o Bullying envolve muita gente?

   A pesquisa mais extensa sobre BULLYING, realizada na Grã Bretanha, registra que 37% dos alunos do primeiro grau e 10% do segundo grau admitem ter sofrido BULLYING, pelo menos, uma vez por semana.
   O levantamento realizado pela ABRAPIA, em 2002, envolvendo 5875 estudantes de 5a a 8a séries, de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de Bullying, naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores de Bullying.
   Os meninos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as meninas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se caracteriza, principalmente, como prática de exclusão ou difamação.

Quais são as conseqüências do Bullying sobre o ambiente escolar?

   Quando não há intervenções efetivas contra o BULLYING, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos, que testemunham as situações de BULLYING, quando percebem que o comportamento agressivo não trás nenhuma conseqüência a quem o pratica, poderão achar por bem adotá-lo.
   Alguns dos casos citados na imprensa, como o ocorrido na cidade de Taiúva, interior de São Paulo, no início de 2003, nos quais um ou mais alunos entraram armados na escola, atirando contra quem estivesse a sua frente, retratavam reações de crianças vítimas de BULLYING. Merecem destaque algumas reflexões sobre isso:
- depois de muito sofrerem, esses alunos utilizaram a arma como instrumento de "superação” do poder que os subjugava.
- seus alvos, em praticamente todos os casos, não eram os alunos que os agrediam ou intimidavam. Quando resolveram reagir, o fizeram contra todos da escola, pois todos teriam se omitido e ignorado seus sentimentos e sofrimento.
   As medidas adotadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de uma cultura de não violência na sociedade.

Quais são as conseqüências possíveis para os alvos?

   As crianças que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios em que vivem, em especial as famílias, poderão não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos na escola. Poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamento. Poderão assumir, também, um comportamento agressivo. Mais tarde poderão vir a sofrer ou a praticar o BULLYING no trabalho (Workplace BULLYING). Em casos extremos, alguns deles poderão tentar ou a cometer suicídio.

E para os autores?


   Aqueles que praticam Bullying contra seus colega poderão levar para a vida adulta o mesmo comportamento anti-social, adotando atitudes agressivas no seio familiar (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho.
   Estudos realizados em diversos países já sinalizam para a possibilidade de que autores de Bullying na época da escola venham a se envolver, mais tarde, em atos de delinqüência ou criminosos.
E quanto às testemunhas?
  
   As testemunhas também se vêem afetadas por esse ambiente de tensão, tornando-se inseguras e temerosas de que possam vir a se tornar as próximas vítimas.

         Cuidados que se devem ter na copa vela
  
 Nem sempre devemos confiar nos outros! Isso já sabemos desde pequenos! Somos ensinados a ter cuidado com os estranhos.

   Acontece que infelizmente grande parte dos agressores sexuais não são estranhos. São pessoas bem conhecidas. Amigos, parentes, qualquer pessoa que tenha acesso fácil e saiba como você é.
   O agressor não escolhe qualquer pessoa, ele seleciona e seleciona muito bem! A preferência é sempre por mulheres que são facilmente oprimidas e que possuem carências e medos mais aflorados.
   O perfil do agressor pode ser destacado em muitos casos como pessoas portadoras de problemas genéticos -aparência aversivas – que normalmente teriam dificuldades de atração sexual de forma natural. (mas podem ser pessoas bem “normais” também)
   Os agressores possuem uma baixa auto-estima e procura nas drogas a chance que possuem para poder exercer a sua vida sexual, normalmente são sádicos e não estão nem ai para o mal que estão causando ao outro.
   Não é incomum que esta pessoa se mostre compreensiva, amiga, prestadora por um período. Tudo com a intenção mascarada de aproximação e com isso promover a confiança em sua futura vítima.
   Como o uso de drogas (Álcool) quase sempre está ligado ao abuso sexual por parte destas pessoas, suas vitimas se sentem oprimidas e com sentimentos de culpa. De fato o agressor usa justamente a desculpa do uso do álcool para oprimir sua vitima.
   O sentimento de culpa é comum em todas as vitimas e por este motivo menos de 15% das mulheres apresentam queixa crime contra o agressor. É uma situação muito constrangedora.
   No mercado, o uso de uma substância (como o GHB) leva a diminuição da censura com conseqüente desinibição, estado de euforia, uma diminuição da tensão muscular e sedação da vítima, causando inclusive lembranças vagas sobre o ato ocorrido no dia seguinte.
   O GHB não possui cheiro nem gosto quando colocado em bebidas alcoólicas.
   Uma droga, não é apenas uma substância entorpecente. Ela cega, oprime, ameaça e desencadeia sentimentos de culpa e de controle das vítimas.
   Não podemos nunca esquecer que um simples chopp na casa de um amigo ou vizinho pode ser a grande desculpa que um abusador está buscando para alegar que “ela” procurou por isso. Claro que o agressor nunca terá sentimentos de culpa, segundo sua mente doentia, ela que é a culpada por confiar nele.
   A imagem da mulher é denegrida neste momento, principalmente se ela estiver mais sensual e mais solta. Mas o fato de alguém não estar em condições conscientes e sob efeito de uma droga já é por si um caso que pode ser tratado como abuso sexual, visto que existe um certo grau hipnótico no estado.
   A mulher não deve se calar, ceder a chantagens e esconder o fato. Temos que recordar que qualquer abuso sexual deixa traumas e certamente retira a condição natural do desejo e satisfação sexual. O fantasma do abuso irá segui-la para onde quer que seja.
   A melhor forma de resolver o problema é confiar na família e entender que um abuso não é algo natural. Que o abusador é que deve pagar pelo que praticou.
   Em certos paises o abuso sexual é sumariamente condenado com a pena de morte.
   Um homem que precisa usar de drogas para ter relações sexuais com uma mulher, seja ela quem for, é um verdadeiro animal e não merece ser chamado de homem.




"Diga NÃO!"
"Resista!"
                  A Primavera está chegando



A primavera (AO 1945: Primavera) é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

   A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.
   Primavera.Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.
   Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.
   Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.



                                                        D. Pedro Primeiro


                             Dia 7 de Setembro

   História da Independência do Brasil, Dom Pedro I, Grito do Ipiranga, 7 de setembro, História do Brasil Império, Dia da Independência, transformações políticas, econômicas e sociais, dependência da Inglaterra no Brasil


   A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

   Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência

   Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

   O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

   Estas notícias chegaram às mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga levantou a espada e gritou: “Independência ou Morte!". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

   Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

   Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

"Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico"